PRESENÇA SEMPRE

Chegamos a mais um final de ano e muitos sofrem por não ter (ou pensam que não têm) motivos para comemorar. Para todos vocês e para essas pessoas que “não têm motivos para comemorar”, deixo um texto que escrevi com fé.

Uma presença em que não há despedidas. Não há acenos de longe. Não há mãos de adeus.

Quem nunca passou pela experiência de despedir-se, para sempre ou temporariamente, de alguém que se ama, de quem se tem muita estima?!

É o pai que fará uma longa viagem a negócios. É a mãe que passará uns dias fora. É o parente que vai para uma outra cidade. É o filho que vai embora. Casa-se e vai viver um pouco longe de casa. É o namorado ou o noivo que mora longe… E que, a cada encontro, a certeza de que haverá um aceno de longe…

Uma presença em que não há despedidas.

A presença do Pai, de Deus, de Cristo. Nela, não há despedidas. Ele é conosco! Ele é Emanuel!

Já diz o poema A beleza de certas coisas: Que pena que haja um adeus para cada encontro e tanta tristeza em cada despedida!

A chegada é sempre alegre. A ída, sempre triste.

É a experiência que marca os corações daqueles que amam, que aos poucos aprendem que proteger transmite a idéia de cobrir com um manto de amor.

Deus nos protege. Ele nos ama. Cobre-nos com Seu manto de amor. É conosco… E, nEle, não há despedidas. Não há acenos de longe. Sua presença está sempre presente. Porque Ele é Emanuel.

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