GOSTO DE EINSTEIN

No dia 05 de setembro, dei início à série GOSTO DE … Na verdade, nem havia pensado que seria uma série, apenas comecei com Millôr Fernandes. Daí, gostei da idéia… Por isso, segue-se. E não sei até quando!

A Editora Martin Claret está com a coleção O AUTOR POR ELE MESMO (não estou sendo paga para fazer propaganda). Por sorte, fui presenteada com o livro-clipping Einstein por ele mesmo. E tenho gostado.

Há autores os quais gostaria muito de tê-los conhecido. Einstein é um deles. Sua biografia sempre me atraiu (a propósito, adoro ler biografias).

Como não é razoável que eu escreva aqui todos os meus capítulos preferidos, e não estou com muita disposição para escrever resumos, resolvo citar algumas das frases einsteinianas em destaque no livro-clipping:

A ciência sem a religião é paralítica – a religião sem a ciência é cega. (p. 57)

A coisa mais bela que o homem pode experimentar é o mistério. É esta a emoção fundamental que está na raiz de toda ciência e arte. (p. 15)

Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio: e eis que a verdade se me revela. (p. 25)

A mente avança até o ponto onde pode chegar; mas depois passa para uma dimensão superior, sem saber como lá chegou. Todas as grandes descobertas realizaram este salto. (p. 33)

A imaginação é mais importante do que o conhecimento. (p. 38)

A maioria de nós prefere olhar para fora e não para dentro de si próprio. (p. 52)

O tempo é relativo e não pode ser medido exatamente do mesmo modo e por toda parte. (p. 72)

No começo – disse São João – era o Verbo. No começo – contesta Goethe – era a Ação. No começo e no fim – digo eu – era o Movimento. Não podemos dizer nem saber mais. Se o fruto definitivo do saber humano parece uma vulgaríssima sorva, a culpa não é minha. À força de unificar é necessário obter algo incrivelmente simples. (p. 80)

Posso não saber nada sobre a Teoria da Relatividade, porémas, quanto ao seu autor, preciso tirar o chapéu…

(AVALON, Manville. Einstein por ele mesmo. São Paulo: Martin Claret, primavera de 2003)

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