disguise

 

Cansado da sua beleza angelical, o Anjo vivia ensaiando caretas diante do espelho. Até que conseguiu a obra-prima do horror. Veio, assim, dar uma volta pela Terra. E Lili, a primeira meninazinha que o avistou, põe-se a gritar da porta para dentro de casa: – Mamãe! Mamãe! Vem ver como o Frankenstein está bonito hoje! (O disfarce, Mario Quintana)

 

 

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QUINTANA, Mario. O disfarce. In: Caderno H. 2ª edição. São Paulo: Globo, 2006, p. 319.

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