8M na luta diária

|| Em texto publicado no Portal Catarinas, plataforma de notícias especializada em feminismo e gênero, a professora do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Udesc e militante pelos direitos humanos, Marlene de Fáveri, expõe os mais diversos tipos de violências a que nós, mulheres, somos historicamente submetidas. Ela traduz seus sentimentos diante da brutalidade com a qual somos assassinadas e sistematicamente violentadas. Na opinião da pesquisadora, o feminismo não tem volta. Não por acaso, ela escreve:

Desde quando nos queimaram 
nas fogueiras 
não paramos mais de arder 
nossos úteros carregam a fúria
 de nossas cúmplices ancestrais
somos feitas do barro que as limalhas
não conseguiram romper. 

Para ler a íntegra do texto da professora Marlene de Fáveri, acesse:

8M na luta diária

Foto: Reprodução | Pela vida das mulheres! 8M Recife / @Catarina de Angola

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