GOSTO DESTA FRASE

(…) o senhor elogia minha brandura e sabedoria, talvez não com toda a razão. Se eu não soubesse que sujeito estranho o colega, de quem o senhor escreve, é, no geral, eu censuraria em muito o comportamento dele na questão do congresso. Mas digo para mim, como para o senhor, o homem não pode ser mudado e tem de ser engolido assim como é.” (p. 129)

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Trecho de uma das cartas escritas por Freud ao pastor suiço Oskar Pfister, publicado no livro Cartas entre Freud e Pfister (1909-1939) – um diálogo entre a psicanálise e a fé cristã (tradução de Karin K. Wondraceik e Ditmar Jung, da Editora Ultimato)

GOSTO DE DANÇAR

Se procurarmos a verdadeira fonte da dança e nos virarmos para a Natureza, verificamos que a dança do futuro é a dança do passado, a dança da eternetidade, que sempre foi e será a mesma. (Isadora Duncan (1878-1927), bailarina americana)

Houve uma época em que eu participava de um grupo de dança na minha cidade. Na verdade, não era necessariamente um grupo de dança. Estudávamos numa academia, fazíamos aeróbica e montávamos coreografias para apresentações em escolas e clubes sociais. Além das lembranças que ficaram na memória, tenho apenas algumas fotos daqueles momentos…

Os movimentos corporais executados de maneira ritmada (uma forma aureliana de dizer “a dança”), na minha opinião, são perfeitos. Dança e música… Música e dança…

Gosto do hoje de minha vida. Porém, nada melhor do que ter boas lembranças daquilo que vivemos. E sinto falta da dança que dancei!

Aos que deduziram mal, antecipo que não sei dançar. Apenas gosto. Aliás, penso que não é preciso saber fazer bem alguma coisa para que se goste de fazê-la. Acho que aprendi isso com as crianças: quando no jardim de infância, elas acreditam que já aprenderam a pintar… e gostam.

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Sites visitados:
http://www.isadoraduncan.com.br
http://www.revistadadanca.pt/pingosdedanca.htm