Homo sapiens »

[ 2 de agosto de 2009 | 2 feedbacks » | 526 visualizações]

A maturidade é um álibi frágil. Seguimos com uma alma de criança que finge saber direitinho tudo o que deve ser feito, mas que no fundo entende muito pouco sobre as engrenagens do mundo. Todo o resto é tudo que ninguém aplaude e ninguém vaia, porque ninguém vê. (trecho da crônica "Todo o resto", de Martha Medeiros)

Desejos que nos inquietam a alma: que nos fazem transgressores de nossas próprias escravidões. Presas irresistíveis da sensualidade. Que me importa o que vão dizer de mim? Sigo adiante. Mesmo quando não ...

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