Tornar-se terrorista é uma escolha. Deixar-se cegar pela pura inveja, pelo ressentimento ou pelo ódio também é uma escolha [..]. (Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, p. 159)
Prefiro a dor do corte à anestesia da alma. Quanto aos meus inevitáveis enganos, ajudam-me a refletir sobre a representação figurativa de minha lucidez. Porque somente as coisas abstratas existem de verdade.
Raras são as vezes em que olho para a lua. Talvez uma falha de caráter: confesso. A lua que me atrai só existe em forma de poesia, nos livros ou nos poemas. Assim habito; meu dna insiste em não ser decodificado.
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