4 comentários

Comentário de: Wimys [Visitante]
WimysCada vez mais, você escreve divinamente bem. Esse texto me fez refletir sobre o atual momento: as eleições municipais propiciam aos mais incautos o limite máximo da intolerância para com as palavras. De fato, o direito de calar-me é a melhor solução. "Uma palavra" pronunciada jamais volta atrás. Abraços!
31/08/2008 @ 18:25
Comentário de: Rodrigo [Visitante]
RodrigoDe certa forma, estamos sempre voltando ao pó ao qual estamos destinado, e tal como um castelo de areia, nossas bondades sucumbem ao menor grau de dureza da vida. Mas a graças a Deus que está sempre molhando essa areia disforme!
01/09/2008 @ 01:09
Comentário de: lisi [Visitante]
lisiAi, o texto foi tão cru e tão nu e tão verdadeiro que até dói.
Mas apesar disso eu acredito nas asinhas escondidas. Nós podemos ser bons sim, mas não em todo tempo...quem tenta sooooooofre demais.
01/09/2008 @ 01:16
Comentário de: Agnon Fabiano [Visitante] Email
Agnon FabianoLendo essa sua postagem, lembrei-me de um pequeno trecho do Lewis que citei no meu blog, que fala justamente que, cedo ou tarde, as pessoas se mostram quem realmente são. Desculpas variadas surgem quando fazemos coisas censuráveis, quando "escorregamos". Porém, na verdade, aquela atitude reprovável, muitas vezes, é a sua verdadeira personalidade. Vedadeiramente, convivemos com um impostor do nosso "eu".

O link do texto do Leiws segue abaixo:

http://agnonfabiano.blogspot.com/2008/09/o-impostor.html
28/09/2008 @ 23:41

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