[...] I guess I might have done something wrong, honey, I'd be glad to admit it... (Maybe by Janis Joplin)
Esta não é uma fase underground. Mas concordo que - se estivesse deprimida - certamente teria cortado os pulsos logo após consumir uma overdose de 30 faixas de Janis Joplin. Músicas doloridas e angustiadas, letras de desespero e de certo tipo de esperança. Lindas... gosto disso. Porque não gosto de nada que me deixe anestesiada, sem a capacidade de sentir as coisas e percebê-las. Deve ser por isso minha aversão a bebidas alcóolicas, à estupidez, à alienação.
As plantas me emocionam muito mais que as pessoas. Pois estas são seres estúpidos e hipócritas. Apenas temos a sorte de, às vezes, conhecer alguém melhorzinho, que até se destaca entre os mortais. Conheço alguns desses, são poucos, é verdade... mas existem. Ah, se algumas pessoas soubessem o quanto eu sei sobre elas; o quanto sei que elas não valem a pena; o quanto sei que elas são medíocres...
Leia o texto completo »[...] Many people are trying to do art but absolutely it’s subterranean in terms of the culture as a whole. The arts have never taken root in America. (Camille Paglia, ensaísta e escritora dos EUA, em entrevista a Robert Birnbaum)
Aretha Franklin, Joss Stone, Duffy, Anouk, Cat Power, Rachael Yamagata, Bird York, Madonna, Adele, Nina Simone, Luiza Possi, Luísa Maita, Roberta Sá, Ana Cañas, Paula Fernandes, Bruna Caram, Ella Fitzgerald, Maria Gadú, Lisa Hannigan, Priscilla Ahn, Brooke Fraser, Amy Winehouse, Negra Li, Luciana Mello, Amy Grant, Ivete Sangalo, Tori Amos, Tammi Terrell, Zooey Deschanel, Clare Maguire, Janis Joplin, Zelia Duncan, Tina Turner, Cássia Eller, Montserrat Cabellé, Dezarie, Tal Wilkenfeld, Paula Toller, Nataly Dawn...
Leia o texto completo »[...] I could dance all night like I'm a soul boy..
(There's too much love by Belle and Sebastian)
Volto a mencionar o que escrevi há uns dias: ainda vale a pena inquietar-se, lutar contra o fluxo agressivo e apressado desta nossa época. Se, desatentos e tomados pelo afã da sociedade fasf food, não nos damos conta de olhar o hoje, o sentido da vida se perderá ao longo do caminho.
A inquietação particular é o movimento mais sadio que experimento. Há meses que o sentimento de gratidão habita aqui dentro. A oportunidade de recomeçar é quase um ato sagrado. E reconhecer, sem a dor de antes, que fizemos escolhas erradas é um sinal de cura.
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