[ 2 de fevereiro de 2010 | | 1 Feedback » | 79 visualizações]

[...] façamos a mesma súplica de Alfred de Musset: "Poeta, pega tua lira". Sim, é de verdadeiro lirismo que necessitamos, e não de adrenalina. Rompamos a aliança funesta que se atou entre a sensibilidade e o artificialismo. Recuperemos nossa capacidade de vibrar diante do que é natural e belo. (Michel Lacroix, filósofo francês, p. 203)

Angústia é o nó invisível; é a ausência de espaço dentro de nós. Recolher-se é a alternativa para a alma doída e triste. Ou a covardia para quem não quer expor sua ferida. Definições são tentativas de se explicar ou tornar algo minimamente acessível. E assim sigo: sem a compreensão exata do que nos acontece, mas com a esperança de que há algo menos petrificado no meio do caminho.

... saber dói. Morre-se: quem não enxerga a beleza das coisas naturais, quem depende de artifícios para perceber a distância entre ontem e hoje. Morre-se: quem não se divide ao menos uma vez na vida, para depois tornar-se inteiro. Morre-se apenas. Quem não completa o luto. Luto é não saber como será, mas permitir-se aceitar que já não é. Algo sempre nos arranca a vida.

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Homo sapiens »

[ 31 de janeiro de 2010 | Enviar feedback » | 37 visualizações]

Perguntem aos pensadores, aos teóricos, aos filósofos que se esforçam por fazer um "trabalho racional": eles lhe confirmarão, se forem sinceros, que o pensamento frio é estéril e que o trabalho intelectual só é fecundo sob a condição de ser movido por uma  vibração emocional. As contruções teóricas são arquiteturas vazias, quando não são habitadas pela palpitação do imaginário, pelo júbilo e pelo entusiasmo. (Michel Lacroix, filósofo francês, p. 88)

... aprendo a sutileza das coisas imperceptíveis. O ...

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Minhas reflexões »

[ 21 de janeiro de 2010 | 1 Feedback » | 91 visualizações]

O que corrói os homens não são os sentimentos que eles vivenciam, mas os que se recusam a vivenciar, por terem vergonha ou medo. (Michel Lacroix, filósofo francês, p. 65)

Sofreguidão. Liberdade é sentir-se só e, ainda assim, estar feliz. É ser inebriado e, mesmo assim, permanecer lúcido. É descobrir, sem espantos, que há amores secos. E seguir adiante...

Liberdade é não necesssitar de provas. É não se esforçar para ser amado. Liberdade é acreditar num silêncio que não é insosso nem cínico. Liberdade é ...

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